Filhos & Enteados

Um olhar atento sobre as equipas de formação do F C Porto
Sub-13 (2ª divisão)
Gondim-F.C. Porto, 0-11
Sub-11
Ramaldense-F.C. Porto, 0-9
F.C. Porto-Penafiel, 11-0 (futebol de sete)
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O Treinador Nacional, Edgar Borges, chamou 26 jogadores para o estágio de preparação da Selecção Nacional Sub-19.
lista actualizada de convocados:
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sub-16 jogadores são baixos e cederam empate num lance de bola parada em que a altura dos eslovacos foi decisiva | |||
Ponham-lhes molas nos pés | |||
A Selecção Nacional de sub-16 bebeu ontem o mesmo veneno que tinha dado à Bélgica no dia anterior. Portugal vencia por 1-0, golaço de Januário (chapéu ao guarda-redes eslovaco) e dominava o encontro, mas, a quatro minutos do fim, deixou que a Eslováquia empatasse, na sequência de um pontapé de canto, colocando em risco a conquista do Torneio de Santarém. Os jovens orientados por Paulo Sousa estão agora dependentes de terceiros e são obrigados a derrotar a Holanda para pensarem em subir ao lugar mais alto do pódio. Quanto ao jogo, salientem-se as boas investidas de Alex Zahavi, na segunda parte, que podiam ter dado a Portugal a vitória — num desses remates a bola embateu na barra. O guarda-redes Valkovic foi um dos melhores em campo e a Eslováquia pode agradecer-lhe por ter saído de Torres Novas com um ponto. O melhor momento da partida foi, sem dúvida, o golo de Januário, que foi brilhantemente servido por Nélson Pereira, na esquerda. Nota-se que a equipa vive muito à custa de um ou outro elemento — Zahavi revolucionou para melhor a exibição da selecção — e que lhe falta sobretudo altura. Nas bolas paradas essa lacuna ganha especial importância. Quanto a isso, pode esperar-se que cresçam, mas se até lá lhes colocarem umas molas nos pés, só se ganhava... p. v." IN A BOLA
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O Torneio do Algarve visto pela bola "uma falha a meio-campo ditou resultado de um jogo muito equilibrado |
Erro fatal custou derrota |
Crónica de João josé pedro AGuia recebeu, ontem, o jogo de abertura do Torneio Internacional do Algarve, na categoria sub-17, entre Portugal e a Inglaterra, que, sem sorte, a Selecção Nacional perdeu por 0-1. A formação comandada por Carlos Dinis estudou bem as suas lições, esteve organizada, mas encontrou pela frente dois obstáculos difíceis de ultrapassar: primeiro, o mau estado do relvado, que perturbou, sobretudo, a técnica superior dos portugueses; segundo, claro, a forma de defender do opositor, que, agressivo, deu muito pouco espaço aos jovens portugueses. Ainda assim no bom caminho Apesar de tudo, Portugal revelou estar num bom caminho. Parece ser, no entanto, fundamental melhorar no último terço do terreno, sector onde os avançados nacionais estiveram muito desconcentrados. No meio-campo e na defesa, o jogo esteve quase sempre controlado pelos jogadores de Carlos Dinis, porém um deslize no centro do terreno foi suficiente para os britânicos colorirem o marcador. Um único erro, afinal, valeu uma derrota, pois Victor Moses, entre os centrais portugueses, não perdoou e marcou um bonito golo. Tendo em conta que o grande objectivo do jogo do torneio passa por preparar a equipa para a etapa de qualificação para a fase final do Campeonato da Europa — a disputar em Leiria, de 16 a 24 de Março —, Portugal tem a oportunidade de ensaiar hoje, novamente, a sua estratégia, frente à Alemanha, num jogo agendado para o Estádio Municipal, em Lagos. |
PORTUGAL já não tem possibilidades de chegar ao primeiro lugar |
Jovens sem direito a folia |
Crónica de |
João josé pedro
OS jogadores portugueses bem se esforçaram, mas não foram além de um empate a uma bola frente à Alemanha, no segundo jogo do Torneio Internacional do Algarve. E se na jornada inaugural os jovens lusos puderam queixar-se do mau estado do relvado, ontem, o magnífico tapete do Estádio Municipal de Lagos permitiu às equipas colocarem toda a sua técnica em prática.
Numa partida que Portugal tinha de vencer para manter as aspirações a conquistar o primeiro lugar no torneio, eis que o empate afastou os pupilos de Carlos Dinis da liderança.
Apesar de Portugal ter chegado ao intervalo a vencer, mercê de um golo do benfiquista Rui Ferreira, foi a equipa germânica que esteve sempre mais perto da baliza lusa durante a primeira parte. Mas pela frente os alemães encontraram um guarda-redes, Ruca, que tudo fez para que a bola não entrasse na sua baliza.
No segundo período, os jovens portugueses não tiveram a arte para guardar a preciosa vantagem. Sauerbier, um minuto depois de ter entrado em campo, não desperdiçou a oportunidade, desviando os jovens nacionais da folia carnavalesca desejada.
Após dois dias de competição, Portugal volta a entrar em campo amanhã, frente à França, às 11 horas, no Estádio da Nora, em Ferreiras.
Para consolação dos jovens portugueses, resta terminar o torneio com uma vitória frente à equipa detentora do troféu.
Homenagem
Antes do encontro, os lacobrigenses Diogo Amado e Diogo Viana foram homenageados pela Câmara Municipal de Lagos."
in a BOLA
Acrescentado em 21/02/2007
sub-17 portugal despediu-se com derrota No torneio do algarve que reuniu selecções poderosas |
Sem espaço para brilhar |
Portugal encerrou ontem a sua participação no Torneio do Algarve com uma derrota frente à França. Numa primeira parte pouco atractiva, os gauleses aproveitaram uma desatenção do defesa Ivo Pinto para inaugurar o marcador. Henry Saivet agradeceu o brinde, colocando a sua equipa em vantagem quando nada o fazia prever, já que, dois minutos antes, Coelho teve nos pés o golo, mas não aproveitou o facto de estar isolado. No segundo tempo, a França voltou a marcar antes de Wilson, o mais inconformado dos portugueses, remando contra a maré gaulesa, diminuir a desvantagem. A partir do golo, Portugal cresceu mas sem obter os resultados desejados. Para alegria dos portugueses, resta o prémio de melhor guarda-redes para Anthony Lopes. A Inglaterra arrecadou o troféu fair play, Sascha Bigalke (Alemanha) sagrou-se o melhor marcador (3 golos) e o melhor jogador do torneio. in a BOLA |
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Gary neville |
Empresários para quê? |
O capitão do Manchester United, Gary Neville, manifestou-se ontem contra a existência de empresários no futebol mundial. «Precisamos de bons contabilistas e de conselheiros, mas para isso não é preciso pagar-lhes centenas de milhar de libras», disse ontem. Neville diz mesmo que a Associação de Jogadores Profissionais inglesa deve aconselhar os jovens para que eles não confiem em pessoas que, acusou, «só lhes vão tirar dinheiro». in a Bola 16/02/2007 |
Desconhecido para 99 por cento dos adeptos do campeão nacional, e 100 por cento para os restantes, Ventura é um nome que suscita uma confiança cega a José Alves, treinador de formação do Vitória de Guimarães mas que esteve 14 anos a trabalhar no FC Porto com a única missão de descobrir e fazer evoluir guarda-redes. Aos 19 anos Ventura foi promovido ao plantel principal e vai trabalhar com Vítor Baía, Helton e Paulo Ribeiro, última etapa de aprendizagem de um jogador predestinado para o futebol. José Alves é capaz de apostar a casa no êxito futuro do guarda-redes, com o qual trabalhou durante oito épocas.
A história de Ventura começou a ser escrita há dez anos. Viu que o FC Porto ia captar jogadores e apresentou-se no Campo da Constituição a dizer que jogava a central. "O meu colega Álvaro Silva olhou para ele e viu que não tinha condições para ser defesa-central. Mas tinha físico e perguntou-lhe se queria ir para a baliza", conta José Alves, ao mesmo tempo que entra na história, porque guarda-redes são com ele. "Comecei a trabalhá-lo tecnicamente e vi logo que tinha uma calma incrível e uma velocidade de reacção impressionante. Não se intimida nos momentos de infortúnio e reage normalmente. Estas coisas são essenciais para a alta competição, é o que distingue os guarda-redes. Psicologicamente é muito forte", assegura.
Ventura tem um estilo próprio e, de acordo com José Alves, "tem umas coisas de Baía e outras de Buffon". Daqui a, provavelmente, dois anos estará apto a defender ao mais alto nível. "É preciso apostar nos jovens, caso contrário daqui a dois ou três anos a Selecção Nacional terá que utilizar guarda-redes estrangeiros. O Ventura faz defesas espectaculares, domina o jogo aéreo e vai buscar as bolas a uma velocidade incrível. Não é um guarda-redes espalhafatoso, tem um estilo sóbrio e uma leitura de jogo boa. Há muitos guarda-redes para a fotografia, mas este não é nada disso, tem classe". Tantos adjectivos levam José Alves a utilizar a palavra "fenómeno" para descrever Ventura. E com vaidade.
De todas as características de Ventura enumeradas por José Alves não está a comunicação. É o seu ponto fraco, e único até ver. "Devia ser mais comunicativo, porque um guarda-redes precisa de falar com a equipa, especialmente com os defesas". As tentativas para melhorar este aspecto têm sido muitas. "O Ventura é uma pessoa introvertida. Nos meus treinos obrigo-os a berrar, mas daquela garganta nunca consegui tirar sons. Talvez só um otorrinolaringologista", diz a brincar José Alves. A explicação de Ventura para não comunicar muito, dada certa vez ao seu treinador, enquadra-se no perfil de pessoa introvertida. "Ó mister, se eu começar a berrar os adeptos atrás da baliza vão dizer que sou maluco". Talvez, mas valerá a pena."
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